quinta-feira, 9 de abril de 2009

Apnéia (06/01/2005)

Ar
livre e importante
subestimado e, num instante
pretexto pra protesto

Não justo,
não cruel,
nem ao menos puro,
o que diria eu,
tão igual e indiferente?

Queria eu quando criança,
criar um jeito de escapar,
pois é... não sei

Num mar de dúvidas e questões,
cada braçada é um novo rumo,
que não leva a nada novo...

Vazio
respirar por quê?
que me afogue então...

Pensar
nunca mais,
me falta o ar

Não mais justo,
E sim imposto, e eu oposto... até lá

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